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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

SINPREFOR acompanhou discussão de projeto "Escola Sem Partido" no IFG


Na última sexta-feira (23), representantes do SINPREFOR participaram da discussão do projeto federal da "Escola Sem Partido" que está sendo repercutido em diversas Assembleias Legislativas Estaduais e no Congresso Federal.

A palestra foi conduzida pela professora Miriam Fábia que, antes de tudo, afirmou: "Para começar, uma escola não possui partido, logo, a ideia de se retirar aquilo que já não existe esconde uma realidade alarmante que é a ameaça de produzir alunos com pensamento único acabando com discussões e debates necessários para dar suporte ao desenvolvimento da sociedade" disse.

No evento, o SINPREFOR foi representado pelo presidente Alex Nunes que disse estar satisfeito com o debate: "O projeto da mordaça é algo curioso. Como um professor de Geografia conseguirá dar aulas sobre Globalização sem poder falar das políticas macroeconômicas e ideológicas que estão sendo vividas no dia de hoje pelos países no mundo? Ou pior, como qualquer professor poderá conseguir dar sua aula sem levar em conta as religiões, culturas, segregação, luta pela igualdade de gêneros? Isso sem fazer maiores provocações" disse.

Professoras Keite e Miriam coordenam o debate no IFG
Foto: Acervo SINPREFOR

Ainda na opinião do representante sindical, vende-se a ideia de que o país está em crise graças a uma ideologia que jamais existiu no Brasil quando na realidade o interesse é de lutar pelo domínio do pensamento no lugar mais importante de uma sociedade: na escola. "Isso é histórico e ocorre em todos os lugares do mundo. Religiões, ideologias, culturas se fortalecem ou se desmoronam por meio de espaços de aprendizagem. Por mais que os políticos não valorizem a educação, eles sabem de seu poder e, por incrível que pareça, querem tornar as escolas em espaços políticos com o projeto nominado de escola sem partido. Devemos abrir o olho e refletir" concluiu.

O sindicato estuda internamente a possibilidade de fundar uma Escola Sindical para promover debates abertos aos trabalhadores públicos municipais sobre a importância do sindicato e da luta em torno de pautas estaduais e nacionais que podem afetar enormemente os municípios. Na previsão de alguns dirigentes, o tópico retornará a ser prioridade ainda este ano para que, até dezembro, seja estabelecido um calendário de atividades da escola.

Matéria publicada em 26 de setembro de 2016
Todo ou parte do material pode ser reproduzido, desde que citada a fonte.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

IFG debate Projeto Escola Sem Partido nesta noite, ainda é possível participar


Nesta sexta-feira as comunidades interna e externa ao Câmpus Formosa do Instituto Federal de Goiás (IFG) poderão participar do Ciclo de Debates “Riscos à escola pública: debatendo o Projeto Escola sem Partido”, que será realizado no Teatro do Câmpus, das 19h às 22 horas. As inscrições estão abertas até 23 de setembro, na internet ou na Gerência de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão do Câmpus (Geppex).

A Chamada Pública nº07/2016 prevê 264 vagas para a comunidade formosense e 66 exclusivamente para alunos e servidores do IFG. Para se inscrever, há duas possibilidades, por meio do link ou se dirigindo até a Geppex, das 9h às 21 horas, com documento de identificação oficial com foto.

O debate será realizado pela professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Miriam Fabia Alves. A docente é doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem experiência na área de Educação, com ênfase em História, Políticas e Gestão, atuando principalmente nos temas Políticas Educacionais, Ensino Médio e Juventudes, Organização e Gestão Escolar.

Lembrando sempre que o debate é de responsabilidade do Instituto Federal Goiano e se torna em uma grande oportunidade para que os profissionais interessados possam se informar mais sobre o projeto que também é conhecido como "Lei da Mordaça" por parte do movimento sindical.

Alguns dirigentes sindicais do SINPREFOR devem marcar presença no evento para acompanhar sobre o assunto. "Há alguns projetos que circulam no Congresso dos quais devemos saber mais até para nos direcionarmos no município. O evento não é direcionado a sindicalistas, mas onde há debate sobre projetos polêmicos e que envolvam os trabalhadores é importante que participemos" disse um dos diretores do sindicato.



Com trechos da matéria do site do Instituto Federal de Goiás em Formosa
Publicada no site do sindicato em 23 de setembro de 2016

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Revista do IFG divulga estudo com ICCC, SINPREFOR e MLT sobre os movimentos sociais



A Revista Técnica e Tecnológica: Ciência, Tecnologia, Sociedade é um periódico do Instituto Federal de Goiás, Câmpus Luziânia (IFG), visa contribuir com a divulgação e o  desenvolvimento científico da comunidade acadêmica, sob responsabilidade da Gerência de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Geppex).

A revista, de periodicidade anual, é multidisciplinar, integra a relação ensino e pesquisa pelo diálogo entre as diversas áreas do conhecimento, publica artigos, resenhas e contribuições acadêmicas, em língua portuguesa. 

No ano passado a revista divulgou um estudo realizado pelos alunos Rodrigo Pereira e Bruna Salviano, junto ao professor Danilo e o servidor Paulo Reis com o título: "Ações Coletivas e Movimentos Sociais em Formosa: da experiência histórica às iniciativa atuais" realizado em 2013.

O estudo basicamente visou pesquisar as ações coletivas e os movimentos sociais do município de Formosa com um embasamento teórico sociológico contando com entrevistas das três organizações mais atuantes do município, entre elas, o SINPREFOR.

Assim, em 2013, a entrevista realizada com o presidente do sindicato contou os traços básicos da entidade. Sua criação, sua base de filiados, objetivos das lutas, entre outros tópicos voltados ao cotidiano institucional e é justamente isto que a pesquisa retrata.

Na época, o presidente do sindicato afirmou após participar da pesquisa: "Quando saímos da faculdade, somos técnicos demais e nos esquecemos de nós mesmos. Queremos apenas executar o trabalho e pronto, não interessa as condições de trabalho e salariais. Realizar um trabalho desses ainda na faculdade recria um ambiente de debate social importante no momento em que nos preparamos para sermos técnicos. Esse estudo é importante e muito bom, ainda mais por se fazer no ambiente acadêmico" e completou: "É preciso criar um senso crítico na formação dos novos trabalhadores. Só assim podemos conquistar mais melhorias".

Hoje, após quase três anos da pesquisa, o presidente se diz lisonjeado com a publicação do estudo: "Fico feliz em ver o estudo publicado e disponível. O nosso sindicato espera ter contribuído dentro do possível para que os alunos conseguissem sucesso no trabalho acadêmico. Ter parte de nossa história registrada em livros de pesquisa não tem preço. Parabéns a todos os funcionários públicos municipais pelo reconhecimento. Espero sinceramente que a pesquisa apenas denote a importância que é a manutenção da união dos trabalhadores. Só assim poderemos fazer parte da história e conquistar nossas vitórias", disse ele.

O trabalho divulgado na Revista técnica e tecnológica Ciência, Tecnologia e Sociedade está disponível clicando aqui. Acesse e confira.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Movimento trabalhista do SINPREFOR se torna objeto de estudo no IFG

Manifestação de maio chegou a ter mais de mil adeptos
A atuação do SINPREFOR tem lutado por diversos avanços trabalhistas para os servidores públicos municipais de Formosa nos últimos anos. Depois de realizar a "Paralisação dos cinco dias" em maio e a "Greve dos 10 dias" em setembro, os trabalhadores municipais tem fortalecido e evidenciado a sua força com união e organização. Cenário propício à inclusão do sindicato aos estudos dos movimentos sociais e seu histórico em Formosa realizado por estudantes do IFG.